Meu jardim
Movimento Rosa
28 de junho de 2008
Otimismo, uma questão de escolha 08h50m por Mônica Vitória

Até hoje me recordo de uma conversa sobre otimismo que tive há uns dois anos com meu melhor amigo. Ele era terrivelmente melancólico e estava passando por um período obscuro de sua vida, encarando quase tudo com uma visão bem pessimista. Eu o entendia perfeitamente, pois já tinha passado por isso algumas vezes - naquela época, inclusive, eu também não estava numa fase muito boa. O fato é que o papo acabou rendendo e entrando numa profunda discussão filosófica. Longe de cair nos clichês de livro de auto-ajuda, eu argumentava a favor do otimismo, defendendo um ponto de vista que eu mesma não adotava. Não estava apenas querendo salvá-lo de um momento depressivo e uma vivência amargurada; eu pretendia salvar a mim também.

Havia uma teoria boba na qual eu acreditava: se você encarar as coisas esperando que elas venham de forma negativa, você já estará "preparada" para quando o pior acontecer. Sendo pessimista, você não alimenta falsas esperanças e, se tudo der certo, sua alegria com o resultado será ainda maior, pois você achava que não ia dar. Como sou precavida e inteligente, não? Errado! Sabe qual é o nome disso? Covardia. É medo de errar, de fracassar, de se jogar no desconhecido. Medo de cair e ter que levantar. Medo de viver.

Então, vamos à teoria otimista. Ser otimista não é ser alienado, ser um sonhador que vive no mundo da lua e acha que as coisas caem do céu. Ser otimista é crer que sempre há chances de se conquistar aquilo que é bom, e que é possível ser feliz apesar dos pesares. Ser otimista é saber pensar em boas idéias nos momentos ruins, descobrir-se mais forte diante dos obstáculos, aprender boas lições nas derrotas, e encontrar motivos para seguir em frente. Ser otimista é ter um sorriso que desarma o mau humor dos outros. É claro que há vários graus de otimismo - e, convenhamos, manter o pé no chão e as mãos na massa é sempre bom. Hoje, prefiro ser uma realista-otimista, sem exageros. Mas ainda me policio para não cair na tentação de usar aquela velha teoria negativista e rançosa daqueles que não conhecem o poder do otimismo.

Não quero que você ponha uma venda nos olhos e banque a Pollyanna a todo custo (para quem não sabe, Pollyanna é uma famosa personagem de uma obra de Eleanor H. Porter. A filosofia de vida da menina do livro é centrada no "Jogo do Contente", que consiste num modelo de comportamento otimista que Pollyanna aprendeu com seu pai. Quem participa do "jogo" deve sempre ver o lado bom dos acontecimentos e encontrar em qualquer situação algo para se contentar). Muitas vezes, bem sabemos, é complicado pôr isso em prática. Mas quero que você tente experimentar, por um instante, essa atitude: enfrentar um evento desfavorável ou uma época difícil com um olhar mais cor-de-rosa, acreditando na possibilidade de tudo ficar bem. Na verdade, tudo sempre termina bem - mesmo que não percebamos isso. Se nada está bem, é porque não terminou ainda.

O otimismo dá ânimo, dá coragem, melhora o humor e contagia as pessoas positivamente. Também nos dá força quando estamos mal. Quando você olha para a frente e vê tudo escuro, não dá vontade de continuar. Mas imagine uma luz, por menor que seja, e veja como sua perspectiva muda...

Hoje, aquele meu amigo é mais otimista do que eu, e essa força de vontade de imaginar um futuro mais bonito, não raro, me arrebata e me faz sentir muito melhor.

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25 de junho de 2008
Gentileza, algo a mais 19h15m por Lívia Diniz

A qualidade que eu mais admiro numa pessoa é a gentileza. Não me refiro à educação: falar "bom dia", "boa tarde", "obrigado". Isso, embora esquecido por muita gente, é uma questão de civilidade, necessária para convivermos em sociedade. Gentileza é mais que isso. Muito mais.

Educação se recebe, se aprende. Gentileza é algo inerente ao caráter. Uma pessoa gentil é necessariamente educada. Mas uma pessoa educada pode não ser gentil. Ser gentil é ser nobre, cortês, cavalheiro, generoso. É ser amável, delicado. Um homem delicado, por exemplo, é absolutamente sedutor.

Gentileza tem a ver com sentimento, sensibilidade, altruísmo. Uma pessoa gentil se preocupa com o outro, seja ele conhecido ou não. Uma pessoa gentil faz algo para o próximo sem esperar nada em troca, sem segundas intenções. Faz apenas pelo prazer de ver o outro feliz.

Quer um exemplo bem bobo? Aposto que já se sentiu feliz quando um amigo te ligou apenas para saber se você estava bem. Ele tirou alguns minutos do tempo dele para dedicá-lo a você. Poderia estar resolvendo os próprios problemas, mas permitiu-se lembrar de você. Simples assim.

Recordo-me que uma vez, uma pessoa próxima a mim, que sabia que eu gostava do Cartola, o compositor, digitou uma matéria de jornal antiga só para que eu lesse a reportagem que já não estava disponível nas bancas, nem na internet (era um texto antigo). Que gesto delicado! Quanta generosidade, imagine!

Hoje somos muito preocupados com nós mesmos. É um tal de o que EU quero, o que EU sinto, o que EU preciso. Tenho a impressão que vivemos num jogo e que todos os demais são nossos adversários. Esquecemo-nos que não devemos jogar contra os outros, mas em favor de nós mesmos. Queremos as mesmas coisas: uma vida mais feliz, saudável, sem angústias, estresse. Queremos a nossa cidade mais bonita, segura, nosso país mais justo, nosso mundo mais habitável. Por que ainda teimamos em olhar apenas para nós mesmos?

Gentileza não é fraqueza, nem submissão. Você não será prejudicado ou será considerado otário se der a vez na fila para alguém apressado, com um compromisso. Não será um banana se parar para que um carro passe a sua frente. Não será sujo se catar um papel no chão e colocar na lixeira. Você não será menor se elogiar um companheiro de trabalho, nem se ajudar um subalterno. Nada disso!

Abra seu coração! Deixe a generosidade fazer parte do seu dia-a-dia! Gentileza é hábito. Se cultiva. Como para todas as coisas que se quer conquistar, atingir, é preciso persistência. Comece com seus familiares, amigos, colegas de trabalho. Passe, depois, para os desconhecidos. Perceba o quanto a vida deles, mesmo que por alguns instantes, mudará com seus pequenos gestos de gentileza. Veja o quanto eles ficarão surpreendidos. Quem sabe isso não será o o começo de uma mudança de atitude deles também? Experimente!

Em tempos de muita informação, de muitos acontecimentos, de tudo ao mesmo tempo agora, permita-se olhar para o outro.

Não subestime o poder da gentileza. Simplesmente, cultive-a!

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23 de junho de 2008

Hoje em dia, é quase impossível encontrar uma pessoa que não tenha um celular. Uma mulher, então? É mais difícil ainda. Para maioria, ele é a primeira coisa que elas checam ao acordar e a última antes de dormir. Acabou-se o tempo em que o celular era apenas um meio de comunicar-se com outras pessoas. Mais do que nunca, tornou-se um item indispensável no dia-a-dia, principalmente no das mulheres.

No Brasil, são 124 milhões de aparelhos, sendo que 54% estão nas mãos delas. Com certeza, você conhece pelo menos uma mulher que troque de celular a cada lançamento, que tenha mais de um aparelho, que durma com celular ao lado, para não correr o risco de perder aquela ligação importantíssima (mesmo que seja às três horas da manhã).

Imagine a grande oportunidade das empresas de impactar esse imenso público feminino de forma individual? É preciso lembrar que estamos falando de um aparelho multimídia, sempre ao alcance das mãos, e acessível 24 horas por dia. Muitas agências de publicidade já perceberam isso e estão investindo em mobile marketing. As campanhas feitas nos celulares não servem apenas para divulgar a marca, mas, também, como um importante canal de interatividade com o consumidor. Um verdadeiro diálogo em tempo real.

Citarei um exemplo recente de uma campanha voltada para o público feminino, realizada na Europa. A "Lacoste Touch of Pink" que tinha como objetivo divulgar o relançamento da fragrância. A campanha criou um site WAP (site acessado através do navegador do celular) com as cores da marca (todo rosinha, é claro!) e uma estratégia que incluía um plano de mídia com inserção de banners em sites WAP de maioria feminina e envio de mensagens wap-push (mensagem SMS com link para o site WAP) para mulheres entre 18 e 25 anos. Ao entrar no site WAP "Lacoste Touch of Pink", as visitantes tinham acesso a mais informações sobre o perfume, podiam solicitar uma amostra grátis, participar de uma promoção, além de baixar wallpapers gratuitamente. Como a campanha foi realizada próxima ao "Valentine's Day" (Dia dos Namorados), tinham também a opção de enviar uma MMS (mensagem multimídia) para uma pessoa especial.

Qual foi o resultado? Cinqüenta e cinco mil mulheres acessaram o site WAP "Lacoste Touch of Pink" em apenas um mês, sendo que dez mil pediram amostras e/ou cadastraram-se para a promoção. Dessas dez mil, 68% tornaram-se opt-in da marca, representando uma taxa de conversão de 18%. Após o fim da campanha, uma pesquisa foi realizada com essas dez mil mulheres. Dessas, 94% responderam ser a favor de receber a propaganda do perfume no celular e 74% afirmaram ter a intenção de comprar o perfume "Lacoste Touch of Pink" nas semanas seguintes. A fórmula da campanha foi simples e no final todos saíram ganhando. As consumidoras porque ganharam prêmios digitais (wallpapers, MMS) e reais (amostras grátis do perfume), além de concorrer ao kit da promoção. E a empresa porque construiu um bom banco de dados e adquiriu novas consumidoras para o produto. Um resultado considerado muito bom pelo cliente.

Este é apenas um exemplo de como uma ação simples e bem feita pode produzir bons resultados com público feminino. A chave do sucesso é estar atento aos quatro princípios básicos: não ser intrusivo, agregar valor, ser simples e acessível. No Brasil, já existem campanhas usando esse poderoso canal de comunicação, tendência que só aumentará daqui para frente. É o futuro chegando. Prepare-se!

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18 de junho de 2008
Código rosa 11h11m por Lívia Diniz

Todo mundo sabe que as cores, além de alegrarem os ambientes, possuem significados. Por exemplo, o branco remete à paz, o verde simboliza a esperança e o amarelo, alegria. As imagens captadas pela visão são transmitidas para o cérebro e, conseqüentemente, refletem impulsos e reações para o corpo. Algumas estimulam, outras tranqüilizam. O que é inegável é que as cores podem ter influência psicológica sobre o ser humano.

O rosa é uma cor que fica entre o magenta e o vermelho. Normalmente associada à ingenuidade das meninas, essa cor tem ainda inúmeras nuances. Até porque existem várias tonalidades - das mais pálidas às mais vibrantes. Como uma derivação do vermelho, o rosa pode expressar sensualidade e transmitir uma mensagem sexual muito forte. Ao mesmo tempo, a suavidade dos rosas mais claros estimula o afeto e sentimentos de amor e compaixão. É... uma cor tão expressiva assim só poderia gerar tantas coisas diferentes!

Dentre as características positivas da cor, podemos listar: dedicação, reverência, gratidão e comprometimento. Ela tenta expressar também o idealismo na sua forma mais pura. Ela protege, aquece (mas de forma suave) e expressa o amor incondicional.

Além dos aspectos psicológicos, o rosa favorece também a parte física: ajuda a aumentar a irrigação sanguínea para o cérebro e estimula o sistema nervoso simpático. Diminui as dores de cabeça, resfriados, cansaço e esgotamento, e ajuda a controlar a pressão alta. O rosa é bom também para as funções cardíacas e respiratórias. Está cansada e estafada? Use e abuse da cor e dos variados tons. Sofre de amnésia? Que tal, então, comprar objetos rosa para decorar o ambiente?

O rosa estabiliza distúrbios emocionais, acalmando comportamentos violentos e agressivos. Os tons mais quentes tornam as pessoas mais ativas, desejosas de sucesso e cheias de vigor. É perfeita para mandar a apatia embora!

E, então? Depois dessa listagem de benefícios, que tal pintar de rosa a sua vida?

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15 de junho de 2008
Solidariedade I - Verde também é rosa 13h01m por Fernanda Saboya
  • Imagem do site da Purex

No ano passado, o IBOPE Inteligência divulgou em seu II Fórum IBOPE Negócios sutentáveis a pesquisa Sustentabilidade hoje ou amanhã?, realizada com cidadãos brasileiros e executivos de grandes empresas nacionais. Segundo a pesquisa, 85% dos consumidores afirmam que vale a pena pagar a mais por um produto que não agrida o meio ambiente e - passando da teoria pra prática - 52% já o fazem.

O consumo consciente vem ganhando destaque a medida em que a responsabilidade socioambiental vai pouco a pouco passando a fazer parte do planejamento de diversas empresas e as pessoas começam a perceber que fazer a sua parte para um mundo melhor pode ser fácil e prazeroso. Afinal, o consumo e a sustentabilidade não precisam ser antagônicos.

Entre as mulheres - responsáveis por 80% das decisões de compra nos Estados Unidos - o tema ganha ainda mais destaque, já que, além de grandes consumidoras, somos as grandes influenciadoras dos hábitos da família. E nos conquistar com os produtos ditos verdes não e dificil: somos conhecidas por nossa maior sensibilidade e solidariedade às causas realtivas à comunidade. Organizações como a Women's Environmental Network, no Reino Unido e a Women’s Voices for the Earth, nos EUA, são exemplos de inciativas femininas em prol de um mundo melhor.

Nesse cenário, o marketing verde ganha um toque rosa, e não nos espantamos ao ver diversas campanhas para divulgar ações de marcas voltadas para o meio ambiente ou causas sociais mais direcionadas ao público feminino. Marcas como a Natura já perceberam há tempos o peso e a importância não só do marketing verde, como também de um modelo sustentável e 100% comprometido com o meio ambiente que sustente tal comunicação.

Ainda segundo a pesquisa citada no início deste post, 46% dos cidadãos acreditam que as marcas que fazem ações de responsabilidade social e/ou ambiental o fazem somente como ação de marketing, ou seja, não estão realmente comprometidas com tais causas. Não basta se anunciar verde ou rosa: é preciso abraçar de fato a causa, criar produtos, ofertas e comunicação que reflitam os valores da companhia.

Navegando recentemente pelo iGo Green - o canal "verde" da comunidade feminina iVillage, da NBC - fui impactada por uma campanha da marca de produtos de limpeza Purex: Gentle on you & your planet (Gentil com você e com seu planeta). A campanha chama para uma promoção, em que a usuária é convidada a criar sua camiseta com um slogan pró meio ambiente (Green-T). Além de concorrerem a um carro ecologicamente correto - o Smart, da Mercedes - os participantes contam com uma área em que podem trocar dicas de como contribuir com o meio ambiente e adotar hábitos de consumo mais econômicos e conscienciosos. E podem ainda adquirir as Green-T criadas por celebridades, por meio de um leilão on-line cuja arrecadação é doada para a Earth Day Network, organização mundial dedicada ao meio ambiente.

Definitivamente uma ação de marketing legitimamente verde e rosa. Verde porque a marca não fica apenas no discurso: Purex é um detergente natural, com fórmula biodegradável e ingredientes de fontes renováveis, além de - é claro - embalagem reciclável. Rosa porque entende necessidades e valores femininos: o produto é também hipoalergênico, não mancha, é econômico e realmente comprometido com o planeta. Exemplos como o acima conseguem agregar muito mais valor à marca por promoverem atitudes ambientalmente responsáveis e ajudarem efetivamente organizações comprometidas com o mesmo fim. E os consumidores ganham a chance de contribuir de forma simples e relevante para um mundo mais saudável e cor-de-rosa.

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13 de junho de 2008

Estresse, trânsito, buzina, irritação, tempo perdido. Falta educação, respeito e civilidade. Infelizmente, esse é um retrato do nosso trânsito - as ruas das grandes cidades são verdadeiros campos de guerra, onde motoristas e pedestres duelam. Motivo de muito desgaste para todo mundo. Por isso, decidimos então engatar a primeira marcha em prol de um trânsito mais humano e de uma rotina mais agradável.

Muitas de vocês - que estejam em São Paulo ou no Rio - já devem ter cruzado - ou ainda vão cruzar - com motoqueiros portando uma gigantesca e curiosa mochila rosa. Viemos por meio deste post esclarecer que não se trata de uma excentricidade dos rapazes, esta é mais uma ação do Movimento Rosa por um mundo melhor.

E os motoboys, por serem homens de profissão estressante e às vezes bode expiratório do caos das vias urbanas, se tornaram mensageiros do Movimento Rosa pelas ruas dessas duas capitais. Nossa missão é levar mais gentileza, educação, mais sorrisos e descontração. Afinal, não é todo dia que você esbarra com um motoboy fofo de mochila rosa, né? Tem que ficar mais calminha e rir!

Quem ainda teve o prazer de cruzar com eles pode assitir ao vídeo.

Com isso, esperamos ter tornado o dia de motoristas e pedestres mais cor-de-rosa!

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11 de junho de 2008
Ah, o amor... 10h04m por Mônica Vitória

Como falar de rosa e não falar de amor? Ou vai dizer que você não vê o mundo de outra forma, com lentes cor-de-rosa, quando está apaixonada? Aquele friozinho na barriga, a sensação de estar entre as nuvens, o coração batendo acelerado... A vontade de gritar ao mundo "eu te amo"! Ah, se todos nós perdêssemos mais tempo dizendo essas palavras...

Dia dos Namorados: tem data mais cor-de-rosa? Poder dizer para aquela pessoa especial o quanto ela te faz feliz e o quanto a sua vida é cheia de cor e alegria quando vocês estão juntinhos.

Se você está só, como tudo fica cinzento... Mas você pode se apaixonar por tantas outras coisas - basta olhar ao redor e ver o quanto há para ser admirado, cuidado, namorado.

Eu te amo, sol gostoso da manhã. Eu te amo, mar que me beija os pés. Eu te amo, rosa que desabrocha para mim. Eu te amo, gato que ronrona com meus afagos. Eu te amo, desconhecido que sempre cede o seu lugar no ônibus, sorridente, para que outra pessoa se sente. Não tenha medo de espalhar o "eu te amo" aos quatro ventos. Sem rancores, sem falsidade, sem travas, sem esperar nada em troca.

E se você já tem alguém para lhe dizer o mesmo, aproveite a atmosfera cor-de-rosa desse dia e derrame o seu amor. Pode soar brega, mas o amor cor-de-rosa - esse sentimento puro, vivo, livre - não permite classificações pejorativas. Esqueça as brigas bobas, esqueça a vizinha fofoqueira, esqueça se o "fofinho" se esqueceu do seu presente.

Eu te amo, Carlão. Eu te amo, Pedro. Eu te amo, Marcinho. Eu te amo, Lucas.

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08 de junho de 2008
Aliste-se! 13h00m por Andiara Petterle

Meninas,

O nosso Movimento Rosa é um movimento em prol de um mundo mais otimista, mais sensível, mais solidário e muito mais feminino. Queremos que a vida seja muito mais cor-de-rosa!

E vocês?

Alistem-se aqui em "Sobre o movimento" e vamos propagar essa idéia juntas!


Chamem suas amigas e vamos nos unir por um mundo muito mais gentil e sensível.

Beijo grande,

Andiara e equipe do Bolsa

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07 de junho de 2008
A segunda rosa 10h07m por Verônica Volúpia

O que a primeira tem de intenso, a segunda tem de comovente. E eis que um belo dia você acorda e lá está a segunda rosa, intensa e pulsante. É linda, faz lacrimejar. Na correria do dia-a-dia, você nem reparou que o botão estava prestes a abrir. O seu queridão estava ali, conquistado, e as regadas andavam pra lá de rotineiras quando ele surgiu com a segunda rosa. Aquela que reafirma, a que relembra, a que venera. A que coloca você definitivamente no pedestal do coração dele. Lembra que você desejou isso mais que tudo? Não deixe essa lembrança se apagar. Vamos, desvie dos espinhos. Nem toda rosa é cor-de-rosa e nem por isso é menos bela. E o perfume, ah... Você tem coragem de sentir o perfume da segunda rosa?

Mais importante do que abrir a porta é deixar entrar. Se a primeira rosa é a semente da paixão, a segunda é o fruto do amor. Ela chega para consolidar. Mais que isso, ela nos é entregue para dizer: é você que eu quis, é você que eu quero e sempre vou querer. A segunda rosa grita: eu vim pra ficar. Você tem medo, mas fica também. Pode ferir-se. Quem se importa? Só se levanta quem cai. Só recebe uma segunda rosa quem não tem medo de amar. E de ser amada. Se a primeira rosa prende, a segunda é a trepadeira da sua prisão voluntária. E você não fugiu dela como o diabo da cruz, mas nutriu-a com a sua seiva, deixou-a dar vida à sua sala de estar. Vamos, inspire fundo, sorria. Apaixone-se outra vez. Alimente o fogo com suas pétalas. Ela não é uma rosa qualquer. A segunda rosa você não ganha, você não conquista: você a merece.

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04 de junho de 2008

Não precisamos provar mais nada. Já somos. Somos livres, independentes, profissionais e, melhor, sem deixar de sermos mães e mulheres - apaixonadas, românticas, sonhadoras, sensuais... Conseguimos unir as competências com muita competência. E ninguém dúvida mais disso - nem os homens, nem o mercado de trabalho e nem nós mesmas. Por isso, não precisamos negar e renegar a nossa essência feminina. Não precisamos bradar aos quatro ventos que somos iguais, porque, definitivamente, não somos. Somos mulheres, e isso torna tudo à nossa volta diferente.

Vemos a vida em cor-de-rosa, com todo lirismo que a cor representa, sem medo de exagerar nas doses de gentileza, otimismo, sensibilidade e feminilidade. Amamos demais, perdoamos idem, queremos o bem e procuramos fazê-lo de toda forma - seja cuidando de nós, de nossa família, de nosso amor, de nossos amigos, de nosso mundo.

O Movimento Rosa surge para exaltar as características intrínsecas do nosso sexo. Surge sem meias-verdades, sem meias-certezas, sem meios-tons... já que a vida é muito melhor vista em rosa. Por isso queremos convidar todos a experimentar essa sensação, a se permitir um pouco mais, a tentar ousar nas tintas, que podem colorir a nossa história e fazê-la mais feliz!

Aliste-se nesse Movimento. Levante a bandeira das coisas belas!

Veja a vida em cor-de-rosa...

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02 de junho de 2008
Sutilezas femininas 21h56m por Andiara Petterle

No mundo são cerca de 3,3 bilhões de mulheres. Cada uma de um jeito, inserida em uma cultura diferente, consumindo toda sorte de bens e serviços, contando histórias, falando e querendo ser ouvidas. Na internet brasileira, são quase 20 milhões - ou seja, 20 milhões de desejos, 20 milhões de amores, 20 milhões de anseios diferentes. Mas o que as une? Quem são? O que querem? Como querem? Quando querem? O que as move?

Essas perguntas norteiam diariamente nosso trabalho no Bolsa de Mulher. Uma companhia que pensa soluções para mulheres precisa, acima de tudo, conhecê-las muitíssimo bem. Começamos então um grande exercício de simplesmente ouvir.

As primeiras ferramentas de relacionamento, que eram bem simples, nos mostraram todo um novo mundo de necessidades femininas: percebemos como elas são solidárias, amigas, atentas e com muito o que dizer e trocar sobre suas vidas e experiências. Por isso, criamos a primeira rede social feminina do país, também a única "universidade" - e-learning voltada para o desenvolvimento das competências da vida do cotidiano das mulheres. E isso nos dá lições diárias de como elas querem ser abordadas e de como percebem o mundo e o que chega até elas.

Por isso, não basta pintar as coisas de cor-de-rosa. É preciso olhar realmente a vida em cor-de-rosa, em todas as suas nuanças. Não basta fingir que ouve, é preciso realmente abrir os ouvidos e o coração para o que elas dizem. Também não adianta mandar apenas flores, é preciso estar presente na hora certa, lembrar cada momento especial e ligar para dar um alô, mesmo quando elas não estão esperando. Disso é feito um bom relacionamento: de respeito, carinho, atenção, de confiança, de sedução mútua e de muita compreensão.

São essas pequenas sutilezas que transformam toda relação. E nós, as mulheres, percebemos isso e certamente gostamos muito de quem gosta da gente.

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