Oi meninas! Tenho acompanhado o fórum do Bolsa de Bebê. Nossa mãe e filho é quase tudo igual... Impressionante como as situações que passamos são parecidas. Outro dia, li o comentário de uma mãe, a le_penido74, falando que o neném dela de 1 ano e dois meses acorda várias vezes à noite e no dia seguinte ela tem que trabalhar. Paulinho tem também essa idade e faz exatamente a mesma coisa, acorda muito. Às vezes chora e tudo.
Outro dia, quer dizer outra madrugada, ele chorou de chegar a soluçar... Fiquei imaginando mil coisas: pesadelo, dor, fome, sede. Enfim, depois de tentar amenizar todas essas angústia que ele poderia estar sentindo, quase uma hora nisso, ele dormiu de novo na minha cama. Eu, exausta, também, só que toda torta, sem mexer um fio de cabelo para ele não acordar. De manhã, tive que sair correndo para o trabalho - morrendo de sono e de dor nas costas, no pescoço, nos braços...
Já até levei ele ao médico, que disse que não tem muito o que fazer, que é a fase do sonho, em que eles sentem as sensações que passam durante o dia, como queda, sustos, ouvem gritos. Ele deu, inclusive, um diagnóstico meio feio "terror noturno".
Pois é... fiquei até assustada, mas o pediatra me garantiu que não é nada demais, faz parte do desenvolvimento neurológico dos bebês. Para nós, mães que trabalhamos, resta calma e muitos copos de café no dia seguinte!
Olha a cara dele de soninho!
E aí, meninas, gostando do Bolsa de Bebê? É muito legal ter esse espaço para acompanhar as fases do neném, para as mães que estão passando pelas mesmas experiências trocarem informações e para aquelas que ainda estão aguardando a cegonha fazerem tricô - de sapatinhos e casaquinhos, claro! Ah, fora que quem está pensando no caso também tem seu espacinho em Planejando.
Eu, como mãe, jornalista e autora deste blog sobre maternidade, estou particularmente muito feliz e realizada com esse projeto. Afinal, ele acabou nascendo numa época da minha vida que tem tudo a ver. Enquanto ele ia sendo criado, ainda no aconchego da redação, fui aprendendo muito como mãe. Informação, sem dúvida, é um bem muito valioso, e quando se é mãe, mais ainda. Mãe nunca quer errar! Sem contar que outras novidades muito legais ainda estão por vir... Aguardem!
Paulinho está com 1 ano e um mês, ôôô fase gostosa, parece um boneco de verdade. Ele já começou a querer correr e já aprendeu a rodar. Não fala nada, mas nem precisa, se faz entender por todos muito bem. Gente, é muito bom um bebê! Claro que dá trabalho, custa caro, mas como diz aquele comercial Algumas coisas não têm preço... Olha ele na foto e diga que a afirmação não é a mais pura verdade!
Oi meninas! Aqui na redação não falamos em outra coisa que não seja bebês. Também não era para menos, nosso filhote está para nascer: o Bolsa de bebê. A mudança a que me referi no último post era essa. Esse blog migrará para um espaço pra lá de especial. Onde futuras mães, mães, bebês e crianças serão o foco de tudo.
Aliás, para mim, o assunto bebê ocupa minha agenda full time. Da redação para a casa, é esse o centro do meu universo ultimamente. E, para entrar mais ainda no clima nascimento/ fraldas/cólica/ chupetas/afins, recebi duas notificações de gravidez: de uma antiga amiga de trabalho e de uma vizinha, que a filha é amiguinha do Paulinho. Mais gente nova surgindo no pedaço! Obviamente já fiz o convite as duas para registrem a gravidez no Bolsa de bebê, tão logo ele entre no ar!
Oi meninas! Fiquei de voltar para contar como foi o primeiro aninho do Paulinho e furei! Estamos trabalhando aqui na redação a todo vapor! Em breve, esse blog estará de mudança. Calma, irá para um lugar mais acolhedor, vamos lançar o Bolsa de Bebê - um site que pega de planejando a gravidez até os três anos de idade da criança. Aguardem! Vocês vão adorar!
Sobre o aniversário:
Bom, foi muito legal. Como disse, não fiz festa, mas comprei um bolinho e deixei as portas abertas para quem quisesse ir lá dar o primeiro feliz aniversário pessoalmente para ele.
Como um menino popular, ele acabou enchendo a casa de alguns parentes, amigos e vizinhos e se comportou como um perfeito anfitrião. Dançou, sorriu, atendendo a pedidos, bateu palminha a noite inteira. Ganhou presente, rasgou embrulho, espalhou brinquedos pela casa, fazendo todos pularem obstáculos e comeu, claro, o seu bolinho de chocolate. Um verdadeiro aniversariante!
Meninas, hoje meu neném faz um ano! Um aninho de vida! Parece que nasceu ontem. O primeiro mês de vida, confesso, parece que durou dez anos (que canseira!), mas o primeiro ano a sensação é que passou em um mês. Lembro do dia 23 de agosto de 2006 como se fosse hoje de manhã. Ai...
Como manda o figurino, para brindar sua independência - afinal, ele já é um ser que anda, assovia (assovia!!! juro! Não faz som, mas faz bico), tem vontades e pequenos prazeres - demos um carro ao mocinho - aquele carrinho que empurramos e a criança vai dentro se achando.
Como toda criança, ele já ficou feliz com a caixa, se o presente tivesse parado ali, já teríamos o feito feliz. Batucou, rasgou o papel... Mais do que gostar do brinquedo-carro, acredito que ele vá gostar da utilidade dele, porque simplesmente o Paulinho a-d-o-r-a rua. Quando o colocamos no carrinho de bebê, ele já sabe o que vem depois, então, comemora sem parar a saída de casa. Ele, logo, logo, vai associar aquele troço azul, que ele vai dentro, a vento na cara!
Depois da entrega do presente, obviamente, ele saiu para dar sua primeira rodada com o possante, foi passear no calcadão da praia. Vou ficar devendo este registro, deixei a máquina em casa. Amanhã, eu posto. Mas olha como ele está! Esta foto foi tirada domingo.
Olá meninas! Ontem à noite, vendo o jornal, assisti à brilhante cobertura que nossa imprensa está fazendo do Parapan. Muito bonito o respeito e admiração que todos têm mostrado a esses superatletas. Eles merecem isso e muito mais - da sociedade, do governo, dos clubes. Enfim...
Mas, meu assunto não é bem esse, vendo as provas, as medalhas e as entrevistas com os atletas, me deparei com o novo fenômeno das águas Daniel Dias - que ganhou elogios até de Clodoaldo Silva - para-atleta e orgulho nacional nas piscinas e fora delas. O menino, medalha de ouro, nasceu com paralisia, mas, anos mais tarde estava lá, na luta por um lugar ao pódio, e sua mãe, na arquibancada, na torcida.
Fico imaginando o que não passou na cabeça daquela mãe, assistindo a volta por cima que ela e seu bebê deram na vida. Perguntada pelo que sentia, ela respondeu de uma forma singela, mas que expressava tudo o que aquele momento significava para eles. "Ele nasceu tão pequenininho... Hoje, está aí, um homem forte, valente!" Precisa dizer mais? Senti orgulho não só desse superatleta, mas também dessa supermãe!
Imagino o quanto deve ser difícil sair da maternidade com uma criança nos braços diferente da que os nossos sonhos criavam desde a mais remota infância. Acordar à força deles não deve ser fácil. Mas, como há uma criança como outra qualquer precisando mamar, trocar fraldas, dormir e ser amada também, essas mães esquecem o que passou e passam a pensar no futuro. A pensar que seu filho precisa ser feliz e a ela cabe lhe dar os meios. Como acontece com qualquer relação mãe e filho.
Não falo isso conjecturando, falo, porque tive a felicidade de ter um exemplo de uma supermãe assim perto. Minha tia Zezé, mãe das minhas primas Tatiana e Gabi (que tem síndrome de down). Tia Zezé nunca deu um sorriso diferente para cada uma das filhas, nunca dispensou menos ou mais atenção, nunca reclamou da sorte ou se mostrou infeliz com sua missão. Ela já não está mais por aqui, por tudo que fez e foi, deve estar em algum lugar muito privilegiado. Deixou muitas lições, como esta que conto, e muitas saudades.
Olá meninas! Estava escrevendo uma nota sobre uma pesquisa, muito bacana por sinal, sobre a percepção das mães no brincar dos filhos - ou melhor, hoje, podemos chamar de falta de brincar.
Fomos assaltadas por um sentimento que time is money . Afinal, o mundo anda cruel (em todos os sentidos), está cada vez mais difícil sobreviver com dignidade nessa sociedade capitalista, em que ter é ser.
Por essas impressões, justas e verdadeiras, diga-se de passagem, mal nossas crianças saem das fraldas queremos prepará-las para que entrem com vantagem nessa disputa pelo sucesso - profissional, pessoal, emocional... Estamos colaborando para que a infância seja suprimida, para que meninos e meninas decidam o quanto antes se farão MBA ou mestrado, ou que, pela falta de segurança nas grandes cidades, eles abram mão de brincar de bola na rua para ficarem em frente ao computador no nosso lar, doce lar.
É, temos razão em parte, mas é uma questão a pensar. Obrigação de criança é brincar! Para saber mais sobre a pesquisa, acesse "Fórum Omo: a infância na visão global das mães".
Oi meninas, estou dando uma passadinha rápida para contar as novidades: Paulinho fez 11 meses e, no mesmo dia, começou a andar. Vocês têm ver, que bonitinho! De repente, ele se levanta e sai andando que nem um pingüim. É impressionante de ver como ele pega mais força na perninha e mais confiança em si a cada dia. Ele agora já vai embora andando dos recintos e ainda carrega objetos em pé.
Ao mesmo tempo que acho o máximo, lindo, fofo, tenho um nervoso danado. A sensação é de que ele vai cair a qualquer instante. Quando estou em casa, tento ficar por perto dessas andanças...
Mas, fora esses sobressaltos de coração de mãe, é muito legal - legal porque não tenho palavras que descrevam essa sensação indescritível - ver seu filho dando os primeiros passos no mundo. Ser testemunha do início de sua caminhada - em tudo: de caminhar para crescer, para estudar, para ir à praia... até começar a fase que não basta andar, tem que correr atrás. É, mas isso é assunto pra depois, não quero pensar nisso agora... deixa ele dando esses passinhos de pingüim, que têm sido o máximo. Uma vitória muito grande de todos nós!
beijos!
Pais de filhos asmáticos talvez respirem um pouco mais aliviados. Foi descoberto que a asma infantil está relacionada a um gene, "gene da asma", não é de fundo alérgico como sempre se pensou, apesar de quase todas as crianças asmáticas também sofrerem de alergias. Essa descoberta deverá mudar o tratamento, que hoje é focado no combate às alergias. A notícia saiu no Globo Online.
Meu irmão, quando pequeno, sofreu muito com as crises - ele e meus pais, claro, que padeciam com sua falta de ar e com as idas de emergência para o hospital. Ver um filho com dificuldade de respirar é desesperador. O Tomás (e nós) também já passou poucas e boas com essa asma. Mas os dois, conforme cresceram, melhoraram muito.
Pior fui eu que, depois de burra velha, fui apanhada por ela. Sério, comecei a ter asma depois dos 25 anos! Vira-e-mexe lá estou eu com a bombinha ou com os tais xaropes em punho.
