14 de dezembro de 2007
  • Mari e Paulinho

Oi meninas! Amanhã, 15 de dezembro, vou batizar o Paulinho. Como ele já está grandinho, escolhi uma roupinha de homenzinho que ele pudesse aproveitar depois. Blusa pólo, bermudão e tênis. Mas achar esse tênis foi uma dificuldade. Achar até que eu achei, mas, vamos combinar, gastar R$ 120, R$ 150, R$ 97 (segundo a vendedora, um preço ótimo... acabou de baixar) num sapato tamanho 21 é duro. Pé de criança cresce que nem feijão no algodão, quando você vê, dispara.



Ele tem alguns bons tênis perdidos, que me fizeram ver que é bobagem gastar pequenas fortunas assim. Tudo certo que são lindos, têm seu charme, mas há dinheiros mais bem empregados. Com essa doutrina de Vigilantes do Bolso e Bolsa para Mulheres que anda imperando por aqui, jogar dinheiro fora é coisa de boba! Filho vale tudo, merece tudo, mas temos que aprender onde gastar. Para depois, ensiná-los, claro!

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Nessa busca por sapato, acabei comprando uma Havaianinha. Muito fofa, verde. Chamo ele agora de meu pé de alface...



* Depois mostro a foto!

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05 de dezembro de 2007
  • Olha a tropa lá de casa: Marianna, Tomás, Paulinho e Mateus.

Oi meninas! No último post, comentei sobre as noites maldormidas de sono, nossa!, como tem mãe insone nesse mundo...

Depois desse dia, nossa rotina foi tão agitada que não consegui atualizar o blog. Paulinho ficou doente, teve um raio de uma virose que dava uma febre que não baixava por nada, quase não comia... A nossa secretária se demitiu (todo aquele drama de novo!), obrigando o pequeno a dois dias de labuta: um com o pai e outro aqui comigo! Assim, decidi que ele vai para uma creche, mas também descobri que é quase impossível matriculá-lo nesta época do ano. Começou uma secretária nova. Já meio que resolvi qual será a creche. Enfim, tudo andando.

Estamos passando também por uma fase curiosa, depois de dias inapetente, Paulinho está comendo até pedra se eu der mole. Acho que ele meio que cansou daquele menu de bebê - sopinha, refogadinho, papinha, macarrãozinho, caldinho - lambiscava a comida e largava o restante no prato. E, para uma mãe, filho sem comer é a morte - me corrijam se eu estiver errada. Passei então, logo que ele se recuperou da virose, a oferecer coisas mais substanciais. Tipo P.F. Olha, ele simplesmente está amando comer arroz, feijão, bife, batata frita, purê, empada, estrogonofe, banana sem ser amassada, bolo, torrada.

Outro dia, ele comeu até farofa de ovo do prato do Mateus. Ele come a comida dele e quer participar da refeição de todos os membros da família. Caso elas aconteçam em etapas, o danado mastiga sem parar - sendo que não dispensa por NADA a mamadeira antes de dormir.

Tô até ficando preocupada, achando que ele está boca nervosa... A nova menina que cuida dele, a Lúcia, está impressionada com sua fome.

Além de faminto, ele está levado. Já escala as cadeiras da mesa de jantar e quase sobe em cima da mesa. No parquinho, também sobe no escorrega mais alto, não dá para ficar longe dele um minuto. Fica em cima de baldinhos, almofadas, entra sozinho no carrinho de passeio, e toma banho de chuveiro em pé no chão. Faz a mímica de "Cai, Cai, balão...", entende o que eu digo, pega objetos que peço, adora música, reconhece tudo, mas falar... hum... não fala nada!

Apesar de não se expressar em português, ele é bastante eloqüente, balbucia muito, até mesmo com entonações de acordo com o assunto. Sabe, eu senti que, desde que fez 1 ano e três meses, ele deu uma evoluida (olhem também na linha do tempo como eles são espertinhos nessa fase).

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