Blog da Marcella


Ai meu pé!
Olá meninas! Ando meio sumida mesmo! Mas não sem razão. Nada com o Paulinho, ele vai muito bem. Um fofo! Faz cinco meses amanhã. O problema (mais uma vez) foi comigo. Vocês acreditam que rompi os ligamentos do tornozelo - ou seja, estou imobilizada até 5 de fevereiro pelo menos. Uma delícia para esta época do ano!

Estava tão chateada que nem queria comentar - já não agüento mais ouvir piadinhas, até o pediatra do Paulinho fez coro nessa. Poxa, é a segunda alta que eu tenho que me estrepo em seguida (a primeira foi a do parto e veio a vesícula. Agora, tive alta da vesícula e veio o pé - é demais, né?). Por via das dúvidas, uma amiga, de origem baiana, me deu uma fitinha do Senhor do Bonfim, que já está devidamente amarrada no meu pulso com três nós. Não custa nada...

Mas se há um consolo é que eu caí antes de pegar o Paulinho no colo. Sim! A minha peripécia foi na tentativa de pegá-lo. Por sorte, ou falta dela, fui ao chão segundos antes. Havia um banco no meio do caminho!

» 4 comentários no post:
  • MA22 às 18:34:14 de 31/01/2007
    “sabe, um dia um amigo me disse p/ tirar proveito das coisas ruins q acoteciam comigo.
    depois disso ,comecei a pensar e é verdade.aguente firme pois, senama q vem esta ai . um abraço”
  • valdete69 às 23:30:10 de 11/02/2007
    “Fique feliz por vc ter um pé para torcer.Dói aguente a dor. Infelizmente eu perdi minhas 2 pernas num acidente.Quem dera pudera eu ter um pézinho para torcer.Força mulher!
    Sou feliz assim mesmo.”
  • joice_sagitariana às 17:09:29 de 12/04/2007
    “colega, entrei hoje nesse site, mas vendo o seu problema me sensibilizei, eu tambem sofri com a minha filha com a tal das alergias ate os 6 anos de idade, depois que eu descobri a homeopatia e acumpultura, graças a Deus hoje tenho paz, nao k isso signifique ficar livre da alergia ,mas melhora Bem”
  • Angelisa às 04:39:00 de 27/04/2007
    “Lindinha estou aqui no Japão e li parte de sua vida com o Paulinho, que lindo!!! esta fase é simplismente maravilhosa, curta ela o máximo que puder, pois passa rápito, e depois a gente sente uma saudade, como sinto saudades...”


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