No primeiro dia do ano, a primeira travessura
-
Olá meninas!!! Como foram de réveillon? Espero que bem! Aqui no Rio a chuva foi forte. Impediu que o Paulinho fizesse seu début nas areias da praia - todo ano novo nossa família segue o ritual de passar meia-noite na praia, jogando flores para Iemanjá. Não, eu não sou macumbeira, mas gosto do rito. Minha avó, que já flertou com a Umbanda, disse que sou filha de Iemanjá, portanto, tenho muita simpatia pela rainha das águas. Eu, para não quebrar a tradição, fui com o Paulinho (pai), a Mari e os meninos. Deixamos o neném em casa com os avós - que não fizeram questão de pegar chuva.
No mais, foi tudo bem! Muita comilança e bebelança. E amanhã ainda tem Dia de Reis. A família do Paulinho (pai) é portuguesa, então a data é sagrada. Em termos gastronômicos (e calóricos!), é quase um novo Natal, com direito a todas as delícias!
***
Ah!!! Já ia encerrar o post sem contar a parte mais importante! Paulinho (o neném), no primeiro dia do ano, fez sua primeira arte. Simplesmente, caiu do carrinho! Pior: sorrateiramente. Eu explico. Fomos almoçar na casa de uma tia e ele adormeceu. Até aí tudo tranqüilo. Pedi ao pai para ficar de olho, enquanto eu iria lá dentro - a casa tem um cachorro, calmo, mas como não dá pra confiar nem em gente que dirá em animal irracional. Demorei cerca de uns dez minutos, quando estava retornando para a sala, só vejo o Paulinho (pai) com a mão na cabeça. Gelei! Pensei ‘o cachorro comeu', já me imaginei manchete de jornal. Saí correndo aos berros "O que houve?! O que houve?!"
Foram uns cinco segundos de pavor absoluto até eu chegar ao local do crime e me certificar de que o neném estava inteiro, sem mordidas, e sem chorar. Ufa! Ele já estava no colo do primo do Paulinho (pai), inteirinho, sem um arranhão. Ele apenas tinha acordado, escorregado pelo vão do carrinho e caído no chão, teve a queda amortecida por um tapete e pelo travesseirinho que ele puxou. Ou seja, ele caiu e ali ficou quieto, observando a paisagem diferente da qual está costumado. Aí foi quando o irmão Mateus o viu no chão e, sem entender nada, soltou a indagação no ar: "Pai, o que meu irmão tá fazendo no chão?" - ele achava que alguém tinha o colocado lá para brincar. Mas o Paulinho (pai) sabia que ninguém o tinha colocado, sabia que ele estava dormindo e que estava aos seus cuidados. Portanto, ele só poderia ter caído. Assim sendo, ele teve quase uma síncope! E eu idem!
Aí foi aquele Deus nos acuda! Aperta criança, olha cabeça, a sorte é que tinha um pediatra no evento, que pôde nos garantir que estava tudo do Paulinho no seu devido lugar! Claro que, com essa confusão, ele começou a chorar, aumentando nosso nervosismo. Bom, entre apavorados, surtados e desesperados, salvaram-se todos. Eu e o pai já começamos o ano novo mais velhos, porque um susto desses queima cartucho de qualquer um!
Beijos!!
» 3 comentários no post:
-
aninhacwb
às 12:24:13 de 11/01/2007
“Hehehehe... cinco minutos sem olhar a criança e já acontece uma dessas? :-)
Que bom que não foi nada sério!
Beijos!”
-
telmissimaT
às 11:16:21 de 16/02/2007
“Minha linda, isso é apenas o começo, quando ele começar a andar é que são elas, mas tudo vale a pena, antes assim do que adoentado.Muita Saúde, alegria o resto a gente corre atrás.Prepare-se para a Maratona de ser mãe
beijos telmissimaT”
-
Aneliude
às 21:34:02 de 16/02/2007
“Alguem me ajuda?”
» Escreva aqui seu comentário: