31 de janeiro de 2007
  • Filhotes: Paulinho e Marianna

Oi meninas! Para começar, vou logo contando para quem leu meu ultimo post que me rebelei e tirei a imobilização do pé. Não está 100%, mas andar com aquele negócio no verão do Rio de Janeiro é demais. Prefiro mancar um pouquinho, andar mais devagar e até abrir mão dos saltos por um tempo. Tudo é mais digno do que aturar aquela bota preta, totalmente démodé nestas semanas fashions.

Mas vamos lá ao que interessa: olha a foto dos meus filhotes! Foi tirada sábado, no aniversário de 30 anos do meu irmão (Nossa! Como o tempo passa, meu irmão com 30 anos! Bom, Marianna já ta com 15! Vixe Maria, tô mesmo ficando velha!). Sem querer ser coruja, mas já sendo, muito fofa, não é?

Também aproveitando o ensejo de que estou me sentindo mais velha, vou dar uma de antiga logo, retrato em branco e preto é lindo, concordam?
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22 de janeiro de 2007

Olá meninas! Ando meio sumida mesmo! Mas não sem razão. Nada com o Paulinho, ele vai muito bem. Um fofo! Faz cinco meses amanhã. O problema (mais uma vez) foi comigo. Vocês acreditam que rompi os ligamentos do tornozelo - ou seja, estou imobilizada até 5 de fevereiro pelo menos. Uma delícia para esta época do ano!

Estava tão chateada que nem queria comentar - já não agüento mais ouvir piadinhas, até o pediatra do Paulinho fez coro nessa. Poxa, é a segunda alta que eu tenho que me estrepo em seguida (a primeira foi a do parto e veio a vesícula. Agora, tive alta da vesícula e veio o pé - é demais, né?). Por via das dúvidas, uma amiga, de origem baiana, me deu uma fitinha do Senhor do Bonfim, que já está devidamente amarrada no meu pulso com três nós. Não custa nada...

Mas se há um consolo é que eu caí antes de pegar o Paulinho no colo. Sim! A minha peripécia foi na tentativa de pegá-lo. Por sorte, ou falta dela, fui ao chão segundos antes. Havia um banco no meio do caminho!
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09 de janeiro de 2007
  • Domingo de sol no calçadão da Barra

Olá! Gente, se existe uma verdade na vida é que tudo passa. E as fases difíceis também... Estou falando isso porque estava lembrando dos primeiros dias do Paulinho (dias não, primeiro mês, ok?), nossa, como foram difíceis. Achei que nunca mais iria pentear o cabelo e perder aquela cara de pânico - em função das noites conturbadas, das cólicas do bebê, das dores físicas pós-parto, da oscilação hormonal etc. Sem contar o problema da vesícula que veio a reboque da gravidez.

Hoje, olhando esta foto, pude ver como tudo compensou. Os momentos complicados já estão dando lugar a esses de alegria - fomos passear no calçadão no domingo de sol e Paulinho tomou até água de coco. Gente, filhos valem a pena! É caro, trabalhoso, mas recompensador!
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05 de janeiro de 2007

Olá meninas!!! Como foram de réveillon? Espero que bem! Aqui no Rio a chuva foi forte. Impediu que o Paulinho fizesse seu début nas areias da praia - todo ano novo nossa família segue o ritual de passar meia-noite na praia, jogando flores para Iemanjá. Não, eu não sou macumbeira, mas gosto do rito. Minha avó, que já flertou com a Umbanda, disse que sou filha de Iemanjá, portanto, tenho muita simpatia pela rainha das águas. Eu, para não quebrar a tradição, fui com o Paulinho (pai), a Mari e os meninos. Deixamos o neném em casa com os avós - que não fizeram questão de pegar chuva.

No mais, foi tudo bem! Muita comilança e bebelança. E amanhã ainda tem Dia de Reis. A família do Paulinho (pai) é portuguesa, então a data é sagrada. Em termos gastronômicos (e calóricos!), é quase um novo Natal, com direito a todas as delícias!

***

Ah!!! Já ia encerrar o post sem contar a parte mais importante! Paulinho (o neném), no primeiro dia do ano, fez sua primeira arte. Simplesmente, caiu do carrinho! Pior: sorrateiramente. Eu explico. Fomos almoçar na casa de uma tia e ele adormeceu. Até aí tudo tranqüilo. Pedi ao pai para ficar de olho, enquanto eu iria lá dentro - a casa tem um cachorro, calmo, mas como não dá pra confiar nem em gente que dirá em animal irracional. Demorei cerca de uns dez minutos, quando estava retornando para a sala, só vejo o Paulinho (pai) com a mão na cabeça. Gelei! Pensei ‘o cachorro comeu', já me imaginei manchete de jornal. Saí correndo aos berros "O que houve?! O que houve?!"

Foram uns cinco segundos de pavor absoluto até eu chegar ao local do crime e me certificar de que o neném estava inteiro, sem mordidas, e sem chorar. Ufa! Ele já estava no colo do primo do Paulinho (pai), inteirinho, sem um arranhão. Ele apenas tinha acordado, escorregado pelo vão do carrinho e caído no chão, teve a queda amortecida por um tapete e pelo travesseirinho que ele puxou. Ou seja, ele caiu e ali ficou quieto, observando a paisagem diferente da qual está costumado. Aí foi quando o irmão Mateus o viu no chão e, sem entender nada, soltou a indagação no ar: "Pai, o que meu irmão tá fazendo no chão?" - ele achava que alguém tinha o colocado lá para brincar. Mas o Paulinho (pai) sabia que ninguém o tinha colocado, sabia que ele estava dormindo e que estava aos seus cuidados. Portanto, ele só poderia ter caído. Assim sendo, ele teve quase uma síncope! E eu idem!

Aí foi aquele Deus nos acuda! Aperta criança, olha cabeça, a sorte é que tinha um pediatra no evento, que pôde nos garantir que estava tudo do Paulinho no seu devido lugar! Claro que, com essa confusão, ele começou a chorar, aumentando nosso nervosismo. Bom, entre apavorados, surtados e desesperados, salvaram-se todos. Eu e o pai já começamos o ano novo mais velhos, porque um susto desses queima cartucho de qualquer um!

Beijos!!
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