27 de dezembro de 2006

Oi meninas! Como foram de Natal? Espero que bem! O meu foi legal. O primeiro Natal do Paulinho - apesar de ele desconhecer a existência de Papai Noel, o bom velhinho deixou uns agradinhos para ele. Roupas, boné, brinquedo, piscininha. A nossa árvore também ficou muito legal, em caráter especial, Marianna colocou um trenzinho para passar em volta dela. Ficou lindo!

O calor também está demais. Mais que Natal calorento! Papai Noel se torna uma visão quase proibitiva com aquele modelito laponês (será que quem nasce na Lapônia é laponês?). No mais, foi aquela comilança tradicional. Com direito a repeteco no dia seguinte. Ano novo está aí para mais uma rodada de comidas e bebidas. Haja força de vontade para emagrecer e malhar.

No momento, estou na recuperação apenas cosmética. Passando cremes de toda sorte para me refazer do baque da gravidez (flacidez, celulite, manchas). Vamos ver, 2007 vem aí e eu pretendo dar o segundo passo rumo à boa forma: a malhação!

Ah, olhem a foto do banho de piscina! Tem coisa mais verão que isso?
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19 de dezembro de 2006

Oi gente! O Paulinho hoje fez a sua primeira praia. Bem cedinho. Não mergulhou, apenas ficou numa toalha na areia. Esta fase está muito legal. A cada dia, ele faz uma gracinha nova. Já tem consciência do mundo e das suas novidades. Então, em todo lugar, ele está sempre atento, querendo saber de tudo e prestando atenção em tudo. É muito gostoso acompanhar suas descobertas.

Por exemplo: meu filho já é um amante das artes. Ele simplesmente adora quadros. Tenho uma reprodução dos girassóis de Van Gogh que faz ele delirar de alegria. Sério! Ele abre cada sorriso diante do quadro... Lá em casa, já virou ponto de visitação turística, todo mundo quer levar o Paulinho para ver os girassóis.
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18 de dezembro de 2006

Olá meninas! Desde a minha volta não tenho tido tempo de escrever, estou praticamente tendo que fazer um estágio para aprender de novo a trabalhar. Impressionante como a gente enferruja. O raciocínio fica lento, as idéias não surgem rápido, e nem são tão boas. Mas já estou me adaptando. Pegando o ritmo de novo, conjugando o trabalho com o trabalho de casa.

Quer dizer, trabalho em casa eu sempre tive. Como vocês sabem, a turma lá em casa é grande, mas bater a porta e deixar um bebê chorando requer coragem.
Na maioria das vezes, sei que é manha, sono ou fome. Mas aperta o coração. O pensamento de "será que ele me quer?" sempre vem à cabeça. Fora que se organizar para sair também requer um treino. Paulinho sempre me enrola, é fralda, é peito, são as brincadeiras. É difícil se desvencilhar de um gorducho/careca desses.

Com essa rotina, o cansaço não me dá trégua. Estou para começar a correr - atrás do prejuízo da gravidez - mas quem disse que consigo? Gente, só de pensar em calçar o tênis já cansei. E o pior é que me sinto mal com essa apatia física, depois de nove meses de engorda, voltar a mexer o corpo faz-se necessário até para a saúde mental.

Gente, tem mais uma coisa: ontem, o Paulinho tomou seu primeiro banho de piscina. Ele ganhou uma sunga azul, muito fofa, e com esse calorão, tive que fazer o garoto estrear. Ele ficou um verdadeiro menino do Rio.
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07 de dezembro de 2006

Gente, voooooolteeeeeiiii! Sim, estou de volta ao batente! Não que em casa não fosse uma labuta diária, mas estou de corpo presente aqui no Bolsa de Mulher novamente. Cheia de saudades e me inteirando das novidades - que são muitas, como vocês podem ver todos os dias no ar. Cheguei ontem, só que eram tantas informações que não tive tempo para escrever sobre meu regresso.

O coração ficou apertado. Deixar o "goducho" em casa foi fogo! Bati a porta e ouvi lá dentro do apartamento a conversa da babá com ele "É, meu filho, é a vida. Sua mãe teve que sair para trabalhar..." O elevador chegou. Graças a Deus parei de ouvir o papo-vida que ela levava com meu bebê.

Mas essa parte faz parte da vida da maioria das mulheres. O amor à profissão e a necessidade não deixam o tempo muito livre para curtir de perto o dia-a-dia dos rebentos. Mas que dói, dói! A vontade é de trazer que nem um boneco dentro da bolsa, para olhar a todo instante, que nem quando eu ganhava brinquedo novo. Antes de sair, tasquei uns 1250 beijos, uma cota que geralmente era distribuída ao longo do dia. Tive que dar tudo de uma vez - para ele não ficar sem.

No entanto, ontem, quando cheguei cheia de amor pra dar, o danado se jogou do meu colo para o da babá, abrindo um sorriso lindo para ela. Punição? Paranóia? Bom, não sei. É melhor pensar que foi coincidência, afinal, ele tem só três meses e meio, não é possível que já tenha uma atitude dessas.

Beijos!!!!
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